
Dildo Party in Germany
Alemanha, estava em Berlim. Telefonei para ela, quem vou chamar de Mara, que conheci num pub na sua ultima noite na Itália na semana anterior, apos alguns drinks e beijos do lado de fora.
Apos chamá-la pra tomar um drink por email, descubro que me enganei (provavelmente pelo álcool quando a conheci), e que ela morava na verdade em Frankfurt, e não em Berlim.
Conheci algumas pessoas neste hostel, a maioria imigrantes vindos de países árabes e que tinham conseguido trabalho apos chegar na Alemanha.
Me arrumei e fui para Frankfurt de ônibus, a viagem durou quase a noite toda.
Ao chegar, me hospedei num hotel próximo ao grande terminal ferroviário, sai e comprei algumas garrafas de vinho para dar de presente, e observei uma grande quantidade de imigrantes, na sua maioria turcos.
Telefonei e obtive o endereço da senhorita que ate então só tinha trocado alguns beijos e relatos mais “apimentados” do que poderíamos fazer um com o outro. Obtive seu endereço, dei baixa no hotel, e entrei no táxi.
O bairro era bem arborizado, próximo a um aeroporto, tinha comercio e caixas eletrônicos bem perto.
Ela me recebeu, demos um beijo, e me convidou para entrar.
Eu cheguei sem avisar na Alemanha, como fazia quase sempre, decidindo o próximo pais apenas 1 dia antes de sair do que estava. ela estava preparando uma festa para umas 15 amigas, já tendo tomado banho no hotel, me troquei e comecei a ajudar preparando os canapês, salgadinhos, e outras comidas na cozinha.
Entreguei as garrafas de vinho que comprei como presente, e para o meu desprazer, ela me relembrou que já tinha me dito que não tomava vinho, mas apenas espumante. O vinho ficou para mim e para as convidadas da festa.
Antes das outras mulheres chegarem, ela me avisou que precisaria consultá-las sobre a minha presença, pois era uma “Dildo Party”, que eu ate então desconhecia. Caso eu fosse declarado “persona-non-grata”, deveria ter que passear na rua ate que a festa acabasse.
Tratava-se de uma demonstracao em que uma vendedora de artigos eróticos apresentava os acessórios (vibradores, cremes, óleos, chicotes, etc) para as participantes, que provavam os mesmos, e compravam o que gostavam. Claramente nao era uma festa em que se supunha a presença masculina.
As colegas aceitaram minha presença, e eu fiquei para também ver os artigos eróticos.
No inicio houve falta de comunicação com metade delas, pois apenas metade falava o inglês, o resto apenas alemão.
Apos algumas apresentações de cremes e vibradores, que percorriam as mãos das participantes que estavam dispostas em formato de U na sala, sendo eu o ultimo a provar os cremes ou segurar os produtos, percebi que a metade com a qual eu não me comunicava também falava italiano, então o clima melhorou, pois consegui a partir de então falar com todas elas.
Uma hora a vendedora apresentou um grande vibrador preto, e as italianas rapidamente exclamaram: “Questo e tuo Cugino”, e todos rimos da referencia indicando que era meu primo.
Outra hora a vendedora apresentou um outro creme, dando as instruções apenas em alemão, o creme foi passando de mão em mão, ate chegar a mim, que lambi o mesmo para provar. Todas gritaram para eu parar, pois tratava-se de um creme apenas para passar na pele, e que não era comestível. Ainda com a língua de fora fui ao banheiro e lavei a boca, esperando que não tivesse sido envenenado por um produto de sex shop.
A demonstração segui com uma apresentação de vários itens mais como chicotes, velas aromatizantes, camisinhas com gosto e fluorescentes.
Varias das mulheres compraram produtos diversos, fiquei sabendo depois que a performance sexual dos homens alemães em geral não as deixavam completamente satisfeitas.
Apos muito vinho e espumante, comecei a ficar com um pouco de sono. Fui ao banheiro varias vezes lavar o rosto. A viagem de ônibus não tinha sido muito longa, e não dormi tanto quanto esperava.
A apresentação terminou, as amigas começaram a ir embora, ate que apenas uma ficou. Ela morava relativamente perto, e continuamos nos 3 a conversarmos. Ela não percebeu muito que gostaríamos de ficar a sós, voltei ao banheiro e lavei o rosto mais vezes, tomei mais vinho, ate que a mesma foi embora.
Mara disse que entenderia se eu quisesse ir direto dormir, mas eu relutei. Tinha viajado muito longe para ir apenas dormir, e estava ansioso por sentir o gosto e a textura daquela alemã.
Terminamos na cama, comecei com caricias e sexo oral como sempre, chegamos umas 2 vezes ao orgasmo, e então desabei. Acordei no dia seguinte, continuamos mas dessa vez mais lentamente. Ainda estava aprendendo os pontos dela, a sensibilidade do seu órgão sexual, a velocidade e os limites dos orgasmos de Mara.
Fomos tomar cafe num restaurante próximo…