Entre o assassino e o corrupto (Bota na conta)

Me mostre apenas 1 chefe de estado, com exceção de Vossa Santidade O Papa, que nunca precisou tomar decisões difíceis – na minha opinião, não existe.

Em todo o rumo da história, seja em tempos de paz ou guerra, todos os chefes de estado foram levados a tomar decisões extremas para garantir a evolução e a independência de seus povos.

Quanto mais longe formos pesquisar, mais sangue veremos. Nos dias atuais menos sangue, mais hipocrisia e mídia.

Nossa sociedade evoluiu o suficiente para chefes de estado não precisarem mais tomar tais decisões, correto? Shangri-la foi encontrada e todos vivemos alegres e felizes nela, com maná caindo do céu, certo?

Opa, me esqueci que também o Papa quis visitar uma das zonas mais perigosas da cidade do Rio de Janeiro, logo, assumiu o risco das decisões difíceis a serem tomadas, transferindo a responsabilidade para os agentes de segurança que necessitaram realizar as ações necessárias.

Favor retirar Vossa Santidade O Papa da lista.

Precisamos de uma fábrica de waffles!

O Brasil precisa sim urgentemente de uma fabrica de chips.

Longe de querer chegar em poucos anos, aos 10 ou 7 nanômetros na tecnologia de produção dos mesmos, mas a necessidade de se começar existe.

As pesquisas mais avançadas no setor são lideradas por EUA e China, sendo EUA o primeiro lugar absoluto com Intel / AMD.

Porem isso não impediu que China tentasse alcançar a sua independência tecnológica, aliando polo industrial, PPP e universidades – nasce Loongson / Godson. Quanto tempo vai demorar para chegar ao patamar de Intel / AMD? Ninguem sabe – mas talvez chegue um dia.

Como fomentar a área? Não sei, mas podemos iniciar nos perguntando:

  • Quais as universidades federais mais avançadas na área?
  • Quais os Institutos de engenharia militares mais avançados nessa pesquisa?
  • E empresas privadas querendo produzir tecnologia indígena de baixo custo para equipar consumidores de baixa / media renda que não necessitam de computadores acima dos 10 mil reais para estudo e trabalho?

Boleto Santander para clientes NET via SPAM detectado no honeypot

NET_Virtua_spam


Recentemente meu honeypot pegou muitas tentativas de envio de boletos (>5000) – aparentemente todos iguais, PDF com codigo de barras do Santander, impersonando a NET:

03399853012970000048141305301016382130000033382

Não consegui verificar a validade do boleto no site do Santander, mas
fica o alerta caso alguem receba algum email similar imitando a NET.

A maioria dos emails é com destino ao domínio do ig.com.br:

(REDACTED)778@ig.com.br
(REDACTED)_abat@ig.com.br
(REDACTED)_ambrosio@ig.com.br
(REDACTED)_azevedo@ig.com.br
(REDACTED)_bulls@ig.com.br
(REDACTED)_chme@ig.com.br
(REDACTED)_crisostomo@ig.com.br
(REDACTED)_dias_ramos@ig.com.br
(REDACTED)_eyes@ig.com.br
(REDACTED)_ferraz@ig.com.br

Segue cópia do boleto recebido:

https://mega.nz/#!1rQmACAI!smiQftBVvnmmx5KIFr4OyUtKZbYeN5tuOvx8P-UTdO8

Ou AQUI!

Usando a senha: spam

MD5 (NET_Virtua_spam.pdf) = 357eff754cfd87fdb96538f1dbd66f7d
SHA256 (NET_Virtua_spam.pdf) = 8af1e2d0a8eac8d38ce14517d5591005c76e8ea105f9ad3903635998145031d9

 

A gótica de São Paulo

Ferias em São Paulo, peguei o ônibus de noite e fui ver amigos que só conhecia via IRC.

Cheguei na casa de um deles, que foi escalado para a minha recepção, tirei o disco rígido da mochila, ele montou um computador a partir de umas partes jogadas num canto, e pronto – estávamos os dois online no mesmo quarto.

Conectamos na #undernet, entramos no canal, saudamos alguns conhecidos, dissemos que estávamos juntos.

Alguém teve a ideia de algum projeto novo, começamos a programar, mas ficou tarde e o código ficou em algum canto do HD e fomos dormir.

No dia seguinte conheci os pais desse amigo, gente boa e humilde. Comemos, demos uma volta no bairro e conversamos sobre coisas da adolescência. Almoçamos, voltamos aos computadores e retomamos a programação.

A noite estava reservada para um outro amigo, mais velho porem que só conhecia também via IRC, trabalhava numa conhecida empresa. Íamos numa boite gótica.

Ao chegar, o ambiente era tomado de fumaça de cigarro e outros fumígenos, algumas frases de Baudelaire e outros poetas escritas na parede.

Fui pra pista de dança, me separei dos recém-conhecidos da vida real, e apos fui tomar um ar numa área externa.

Enrolei um cigarro, comecei a fumar, e alguns estranhos chegaram juntos. Eram 2 mulheres e 1 homem, todos paulistas. Nos apresentamos, disse ser carioca, uma delas disse que se mudaria para o Rio dentro de 1 mês e por isso trocamos telefone.

Estava perdido nas frases de Baudelaire escritas nas paredes, não percebi que os 3 tinham sumido e que um segurança se aproximou e disse que eu não podia fumar ali, o que obedeci de pronto, pedindo desculpas, apagando o cigarro e dizendo não ser da região.

Reencontrei os amigos e fomos para casa.

Nos próximos dias mais códigos e IRC dentro de um quarto relativamente pequeno, mais ideias iam se agregando ao projeto, e algo maior ia tomando forma. Algo com muitos módulos, em diferentes linguagens de programação, além de assembly, que era a base.

Voltei ao Rio, e esperava ansioso a ligação daquela menina magrinha, um pouco intrigante, de um branco muito pálido, de olhos e cabelos negros. Ela não ligou.

Liguei para ela apos algumas semanas, ela pediu desculpas e disse que o namorado pediu o maco de cigarros, onde o telefone estava escondido, e para ele não ver, ela jogou o maco fora. A explicação convenceu e me ofereci a mostrar o Rio de Janeiro para a paulista recém-chegada.

Nos encontramos na Barra da Tijuca, ao vê-la, estava com um vestido preto e com uma garrafa de vinho. Bebemos no gargalo toda a garrafa, e a convidei a ir a boite Bunker.

Dançamos bastante, mas nessa época eu ainda gostava mais de computadores do que do sexo feminino. Ela tomou a iniciativa e me ofereceu uma bala, quando fui pegar ela falou para pegar a que estava em sua boca, e assim começamos a ficar mais íntimos.

Fomos a varios outros lugares juntos, nos conhecendo mais. Experimentamos algumas coisas novas.

Com o passar dos anos viramos amigos íntimos. Combinamos que não importava quem estivesse namorando, mas se nos encontrássemos, tinha que rolar alguma coisa. Ficou divertido e com uma sensação de meio proibido, porque quase sempre um dos dois estava num relacionamento, e tínhamos que improvisar.

Tive um breve relacionamento com uma pessoa próxima a ela, e a relação ficou prejudicada quando ela descobriu nossa falta.

Apos alguns meses o projeto computacional se materializou, feito a mais mãos do que era previsto, com pessoas de mais países do que esperávamos.

Ela se mudou para longe com outra pessoa. Perdemos o contato, acho que ela viajou mais do que deveria, mas não tenho certeza.

A Segurança Cibernética, a Comunicação Institucional e a Soberania Nacional

brasil_ipad.jpg

Assim como uma ferrovia, a internet é regida por um protocolo chamado BGP, onde diferentes provedores trocam trafego baseado em acordos comerciais, troca mutua, e redundância para evitar que links caiam e fiquem indisponíveis. É como se a ferrovia passasse por diferentes países, e se um dos trilhos tivesse problemas, ocorre a simples virada de uma chave, na maioria das vezes automaticamente, e então o trem poderia seguir pelo outro trilho sem problemas.
Caso queira conhecer mais sobre essa “comutação” de caminhos virtuais da internet, leia mais sobre o protocolo BGP e sobre Peering.

Porem, ao confiar que seu “trem” (uma analogia aos seus dados, como um acesso a uma pagina Web ou uma conversa do WhatsApp) passe por trilhos de outros países, pode ser que atores mal-intencionados decidam “bisbilhotar” ou ate mesmo “desviar” seu trem do destino original dele.

Sabemos que a maior parte do conhecimento científico nacional é produzido nas nossas universidades. Também é do conhecimento publico que agências de segurança governamentais de outros países se empenham em “hackear” os servidores de conteúdo, principalmente de e-mail, e quando não conseguem, emitem “intimações secretas” que obriga tais provedores a fornecerem, secretamente, os dados armazenados neles, e o mesmo não pode revelar que entregou as informações dos seus usuários.

A Soberania Nacional estaria garantida no caso de uma universidade guardar toda a comunicação de uma pesquisa científica valiosa, financiada com capital da União, em servidores hospedados nos EUA, na Inglaterra ou na Irlanda? É admissível que servidor de e-mail de uma entidade governamental esteja hospedado fora do país?

Recentemente, a Rússia levou tais preocupações técnicas ao nível politico, avançando uma lei que pretende isolar toda a internet do país do trafego internacional. Na minha opinião, não é preciso ir tao longe, mas segundo Thomas Jefferson: – “O preço da liberdade é a vigilância eterna”.

Caso você use o sistema operacional Windows, existe uma ferramenta chamada “tracert.exe”, que te mostra os caminhos da chamada “ferrovia virtual” que levam seus dados desde a sua maquina ate a página que você acessa. Já utilizou a ferramenta alguma vez? Não? Então faca o teste !

Peguemos por exemplo o site do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), abra o prompt de comando (cmd.exe) e rode o seguinte comando: tracert.exe “www.gsi.gov.br”
Por onde passam seus pacotes?
Veja um exemplo realizado no sistema operacional Linux, a partir da rede da UFRJ:
Tracing the path to http://www.gsi.gov.br (170.246.252.25) on TCP port 80 (http), 30 hops max
1 rt-ct-bloco-G.ufrj.br (146.164.5.129) 11.096 ms
2 10.146.3.25 0.553 ms
3 200.20.98.245 3.127 ms
4 200.20.96.23 0.923 ms
5 200.20.96.24 1.542 ms
6 200.20.96.6 1.903 ms
7 rederio-rj.bkb.rnp.br (200.143.254.138) 1.383 ms
8 sp2-rj-oi.bkb.rnp.br (200.143.253.221) 9.069 ms
9 as266031.saopaulo.sp.ix.br (187.16.223.155) 24.937 ms
10 vpn-pr.planalto.gov.br (170.246.252.2) 26.423 ms
11 170.246.252.25 [open] 25.616 ms

Agora veja outro exemplo rodado a partir da rede da GVT em Goias, também a partir de outro sistema Linux:
1 DSL-2401HN2-E1C.DSL-2401HN2-E1C (192.168.15.1) 11.045 ms
2 gvt-b-sr02.bsa.gvt.net.br (179.184.126.18) 33.382 ms
3 179.184.83.75.dynamic.adsl.gvt.net.br (179.184.83.75) 25.475 ms
4 187-100-163-13.dsl.telesp.net.br (187.100.163.13) 39.393 ms
5 189-109-75-122.customer.tdatabrasil.net.br (189.109.75.122) 42.045 ms
6 *
7 201-20-71-5.dynamic.mobtelecom.com.br (201.20.71.5) 61.931 ms
8 *
9 *
10 *
11 vpn-pr.planalto.gov.br (170.246.252.2) 57.000 ms
12 170.246.252.25 (170.246.252.25) <syn,ack> 58.211 ms

Para chegar no servidor do GSI a partir do Rio de Janeiro, foram necessárias 11 saltos. A partir de Goias, foram necessários 12 saltos, porém temos 4 pontos no meio do caminho não identificados, pois os provedores que operam estes computadores provavelmente não querem a sua identificação – por motivos de segurança ou algum outro. Você pode utilizar a ferramenta chamada “whois” para pesquisar sobre onde se encontra cada um desses “endereços IP”.

Vamos pegar o IP do salto 4 do teste feito a partir de Goias, e acessar o seguinte site:
https://registro.br/2/whois
Podemos ver que esse IP pertence a “TELEFÔNICA BRASIL S.A”

Caso houvesse um IP internacional no meio do caminho, significaria que desde a sua casa ou local de trabalho, a visitar o site do GSI, você teria saído do país e depois retornado, para só então acessar um site governamental. Nas regras da internet, não existe nada de errado nisso, pois aquele caminho foi escolhido como o disponível na hora do seu acesso – ele pode mudar durante qualquer hora do dia. Porem em termos práticos, significaria que um usuário acessando um site do governo precisou passar antes por outro país. Eis o problema de jurisdição na internet.

Ja encontrei situacoes em uma empresa que trabalhei, que apos uma nova licitacao de provedores de internet, todo o trafego internacional obrigatoriamente passava antes por Nova York. Nao existe nada de errado nisso, porem devemos considerar com quais provedores de internet nos relacionamos, e qual a “politica de peering” do mesmo. Quando falamos em órgãos governamentais, a segurança deve ser redobrada.

Sabemos que mesmo em solo nacional, existem indivíduos e instituições dedicadas a investigações ilegais e trabalhando para ou em conjunto com governos estrangeiros, como já falei. As recentes notícias sobre vírus estrangeiros utilizados para espionagem politica no Brasil, inclusive tendo possivelmente sido utilizado como acessório no assassinato do famoso jornalista Jamal Khashoggi, nos levam a repensar a comunicação institucional no Brasil, principalmente em como melhorar a segurança dos dados dos nossos governantes.

Os servidores do WhatsApp estão localizados nos EUA, não seria o caso de utilizarmos um aplicativo nacional, com hospedagem em servidores seguros nacionais, para a comunicação institucional? Temos engenheiros de computação suficientes para realizar a programação de tais aplicativos e a configuração de servidores com baixo custo e em relativo curto espaço de tempo.

A Soberania Nacional na internet é uma questão complexa. pois as bordas virtuais da internet se sobrepõem de uma maneira que não existe paralelo no mundo físico, auxiliada por protocolos que a maioria das pessoas não sabem como funcionam. Precisamos melhorá-la.

A necessidade de um meio de pagamento integrado no BRICS

brics1

A nova ordem mundial deve ser multipolar. Já vivenciamos e sentimos até os dias de hoje, na pele e na lembrança dos nossos antepassados que lutaram e pereceram bravamente na II Grande Guerra, as consequências de demasiado poder nas mãos de poucos.

A Alemanha nazista possuía os melhores engenheiros assim como as melhores armas. A falta de balanceamento nessa distribuição de poder nos levou a perda de milhões de vidas em todos os continentes. Alguns autores alegam que estavam bem próximos de atingir o poderio nuclear, e os melhores engenheiros nucleares alemães, foram contratados pelos vencedores da II Grande Guerra.

Atualmente vemos este cenário começar a se repetir. Sanções unilaterais são impostas a países e instituições, e para garantir o cumprimento dessas imposições, nações ameaçam com bloqueios econômicos caso sua vontade não seja cumprida.

Recentemente vimos a Guarda Revolucionaria Islâmica (IRGC) do Iran ser declarada como organização terrorista (FTO) pelos EUA.

Tal declaração pode ser comparada a denominar os fuzileiros navais da Marinha do Brasil como organização terrorista, impedindo empresas e indivíduos de fazerem negócios com os mesmos.

Também vimos companhias americanas como Visa, Mastercard e Paypal se negarem a receber doações ou fazer negócios com o Wikileaks, além de outras operações que envolveram a contratação de mulheres para prestar queixas de abuso sexual contra Julian Assange.

Neste cenário, existe uma ótima oportunidade para integrar ainda mais os países do chamado BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), potencialmente protegendo contra sanções unilaterais e a concentração do poder na mão de poucos atores no cenário do xadrez internacional.

A Rússia recentemente iniciou a expansão da sua rede Mir, estabelecido pelo banco central da Rússia em 1 de maio de 2017 por lei. A China também possui cartões com bandeira nacional.

No Brasil, temos a bandeira de cartões “Elo”, da antiga VisaNet, renomeada Cielo.

Uma integração das diferentes redes de cartões de crédito e débito nacionais entre os países do BRICS, transformando as mesmas numa rede internacional, permite um maior poder de negociação ao sentarmos na mesa para negociações. Ou mesmo a criação de uma nova bandeira. Uma alternativa tanto a Visa, MasterCard e AMEX quanto a rede internacional de pagamentos SWIFT (Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication).

Tal integração não é fácil, existem algumas incompatibilidades nos sistemas atuais, como por exemplo a falta de capacidade de realizar “chargeback” na rede Mir. Vai exigir grupos de trabalho e diferentes adaptações graduais tanto no hardware quanto no software dos meios de pagamento das companhias envolvidas, mas é viável e politicamente vantajosa.

Mirelo? UnionMir? EloUnion?

Está na hora de lermos novamente as especificações do EMV e começar a programar.

A Europa também deveria olhar para essa alternativa como forma de se tornar mais independente, e mais capaz de se opor a sanções ou quebras de acordo de forma unilateral, que vem prejudicando a paz mundial.

ATMs – É possível deixá-los mais seguros?

atm

Onde existe dinheiro, existirão atacantes se preparando para explorar vulnerabilidades. Com os ATMs (o famoso caixa automático), não é diferente.

Nações Europeias reportaram um aumento de 231% nos ataques apenas em 2017 [1]. São milhões de Euros perdidos por ano pela falta de segurança, um mal que assola não somente as instituições bancarias, mas também seus usuários, que podem ter seus dados roubados enquanto realizam uma simples transação realizada numa máquina comprometida.

Como protegê-los? Quais são os ataques que ocorreram, estão ocorrendo, e que a maioria do publico não tem ideia? Quais são as perspectivas de evolução destes ataques no futuro? As recomendações da Europol [2] são suficientes (e viavelmente econômicas para os bancos)?

Na minha palestra no ysts [3] pretendo falar sobre tais assuntos, e também em como ajudar as instituições bancarias a se prevenirem e aumentarem a segurança de seus sistemas.

[1] https://www.atmmarketplace.com/news/atm-logical-attacks-losses-across-europe-soar-230-percent-in-2017/

[3] https://www.ncr.com/content/dam/ncrcom/content-type/brochures/EuroPol_Guidance-Recommendations-ATM-logical-attacks.pdf

[3] https://ysts.org/agenda

 

Integrações

s400

O que um ATM, um lançador de misseis e um sistema VoIP conectado ao ERP (Enterprise Resource Planning) de uma empresa tem em comum? Integrações.

O ATM é um computador ligado a um dispensador de notas e a rede interna do banco.

Um lançador de misseis são computadores e CIs (circuitos integrados) ligando radares, sistemas de lançamento e sistema de comando e controle.

Um sistema VoIP + ERP são computadores ligados a rede E1 de uma companhia telefônica, ao PABX IP (Asterisk, por exemplo) e ao sistema interno de controle da empresa (ERP).

Quanto mais integrações, mais falhas existirão.

Investimento em Defesa Cibernética nos permite melhorar a segurança desses sistemas, achar falhas (que sempre existirão), e no caso dos Red Team, achar meios de explorá-las.

Não importa se a integração faz parte do setor financeiro, civil ou militar – onde tem computadores e CIs, ha chance de penetração, sabotagem e melhoria da segurança.